Este blog não tem fins lucrativos. É apenas um espaço para discussão, consulta, troca de informações, resultados, opiniões, indicações de leituras, vídeos, curiosidades sobre o futebol (nacional e internacional), relacionado aos mais diversos clubes (independente da atual divisão), seleções e outros esportes. E viva o futebol!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Data histórica para os palmeirenses
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
DOSSIÊ CAMPEÕES - ridícula postura da CBF
Uma explicação sobre o Dossiê. E o papel da CBF
Bastaria, então, que o senhor Ricardo Teixeira, que dá expediente na CBF, na cidade onde mora, reservasse meia hora de seu horário comercial para receber estes senhores e a imprensa que cobrirá o evento. O senhor Ricardo Teixeira, porém, mandou o seu chefe de gabinete, Ivan Souza, avisar ao senhor Peres que naquele dia não poderia receber os presidentes e o senhor João Havelange. Desde então tenta-se, em vão, descobrir uma data que permita a presença de todos esses senhores na mesma sala para tratar de um assunto que interessa a milhões de torcedores e significa o justo reconhecimento a profissionais que atuaram na era de ouro do futebol brasileiro. Não deixa de ser curioso constatar que uma audiência com o presidente da República é menos difícil de ser obtida do que uma com o senhor Ricardo Teixeira, que, ao que se sabe, não tem tantos afazeres como o mandatário máximo da nação. E seria impossível, pelo que conhecemos do presidente da República, que ele desse um chá de cadeira tão prolongado a líderes que representam, juntos, mais de 20% do eleitorado nacional.Para que serve a CBFEste episódio do Dossiê tem nos feito analisar o papel da CBF no futebol brasileiro. Se o presidente desta entidade pode protelar indefinidamente o encontro com representantes de seis das maiores instituições do nosso futebol – responsáveis por massas apaixonadas que somam mais de 50 milhões de pessoas – e chega a agir com desdém, como se essas instituições nada significassem, então fica evidente que a CBF não assume o papel de defender e representar o interesse dos clubes de futebol deste País, nem das pessoas ligadas a eles.Creio que não há qualquer dúvida de que só existe futebol no Brasil devido aos clubes. Ou não? É óbvio que não haveria imprensa esportiva, torcedores, dirigentes e muito menos Seleção Brasileira sem os clubes – pelo que representam no momento e, principalmente, pela história que construíram ao longo do tempo.
É claro que hoje se pode montar a Seleção sem o apoio dos clubes deste País, mas não podemos nos esquecer de que mesmo os jogadores brasileiros que atuam no Exterior foram revelados aqui. Apesar dos conhecidos problemas administrativos, financeiros, e tantos mais, foram estes clubes que geraram a matéria-prima que sustenta a fama do futebol nacional, o prestígio da Seleção Brasileira e, conseqüentemente, a CBF. Ao se analisar o papel da CBF, hoje, no futebol brasileiro, chega-se à conclusão de que ela se tornou, exclusivamente, O ESCRITÓRIO DE NEGÓCIOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA. Os clubes passaram a ser, para ela, um estorvo, um saco, uma aporrinhação.Sei que os homens práticos do esporte, os altos executivos, como é o papel que o senhor Ricardo Teixeira assumiu para si próprio, devem considerar a história do futebol algo que não dá dinheiro, não dá lucro, não enche os cofres. É uma bobagem dos fanáticos, deve pensar.Realmente, a ratificação dos títulos brasileiros de 1959 a 1970 não daria mesmo para comprar um jatinho por R$ 23 milhões, como acaba de fazer a CBF. É apenas história. Mexe com o respeito, a paixão, o caráter do torcedor, mas disso o senhor Ricardo Teixeira não deve entender muito. A história, contada como se deve, serve apenas para honrar as pessoas que fizeram a fama do futebol deste País – mesma fama que hoje serve para engordar os cofres da CBF e encher de luxo e confortos a vida de quem nunca deu um chute na bola –, sem que nenhuma migalha deste prestígio caia no prato dos craques ou dos times que o conquistaram. É importante conhecer e valorizar a história para saber, por exemplo, que as Seleções que conquistaram a Copa Jules Rimet – resultado dos títulos dos Mundiais de 1958, 62 e 70 – eram formadas exclusivamente por jogadores em atividade no País e sua base era montada em cima dos craques de Santos e Botafogo, dois dos clubes que pleiteiam a ratificação dos títulos nacionais da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Taça de Prata.
O jornalista João Saldanha, responsável pela Seleção (as “Feras do Saldanha”) que depois jogaria a Copa do México, admitiu depois que havia montado, sim, aquele time espetacular, mas que, em compensação, havia falido Santos e Botafogo. De fato. Sem as suas muitas estrelas, sem sequer elenco disponível para fazer amistosos no Exterior, onde receberiam em dólares e assim poderiam manter seus craques, Santos e Botafogo entraram em rotunda decadência depois da Copa do México e tiveram de se desfazer de muitos de seus ídolos. Sacrificaram-se para dar títulos à Seleção Brasileira. E hoje, o que ganham com isso? Nem ao menos seus presidentes conseguem ser recebidos pelo presidente da CBF para analisar a possibilidade de ratificar os títulos brasileiros que estes clubes conquistaram quando eram não apenas os melhores do Brasil, mas os melhores do mundo. É visível que a atitude da CBF neste episódio deixa claro que o futebol brasileiro está bem próximo de uma ruptura. Se os clubes são governados por uma entidade que não os representa e nem ao menos os quer ouvir, então pode existir uma relação de autoridade, de temor e terror, mas não de respeito. Teme-se a CBF por ser a representante da toda poderosa Fifa no Brasil, mas sabe-se que ela é inoperante e chega a ser egoísta e malévola aos interesses dos clubes brasileiros. Inoperante porque, se dependesse dela, dois campeonatos brasileiros não teriam sido realizados, já que a Copa União e a Copa João Havelange tiveram de ser organizadas pelo Clube dos Treze depois que a entidade admitiu sua incompetência financeira e administrativa para faze-lo.
Hoje a CBF resolveu que só quer cuidar do filé mignon chamado Seleção Brasileira. “Assim até eu”, como diria minha boa avó. Realmente, cuidar só da Seleção Brasileira deve ser um dos melhores negócios do mundo. É lucro garantido, e que lucro! Como um beija-flor, a CBF suja o néctar dos clubes e nada lhes dá em troca. E se os clubes se revoltarem, danem-se, pois bons jogadores brasileiros há em todo lugar e sempre será possível formar uma Seleção campeã. Assim, como sempre há males que vem para o bem, na verdade devemos agradecer a este episódio com o Dossiê pela unificação dos títulos brasileiros, pois ele escancarou uma situação que vinha encruada, como um vírus: a CBF não dá a mínima não só para a história, mas também para os clubes brasileiros.Não sou dirigente, não tenho pretensões políticas, escrevo apenas como um brasileiro, jornalista, amante e pesquisador do futebol que viveu a era de ouro do futebol brasileiro e não quer que ela seja esquecida. Porém, ao finalizar este texto eu daria um alerta aos homens públicos e aos dirigentes esportivos deste País: está na hora de se criar uma associação forte que represente os interesses dos clubes e preserve a história do futebol brasileiro. A CBF virou apenas um escritório de negócios da Seleção.
Pode ser o Clube dos Treze? Talvez, mas precisa ser mais ágil e atuante. Pode ser a Liga dos Clubes, que vem por aí? Provavelmente. No tênis há um bom exemplo, que é a ATP – Associação dos Tenistas Profissionais. Administrada, como o nome diz, pelos próprios tenistas, ela é um sucesso em todos os sentidos. E o que o tênis, com todo o respeito ao esporte de Roger Federer e Rafael Nadal, pode ter a mais do que o mágico futebol brasileiro?
sábado, 22 de agosto de 2009
Parabéns ASA, Série B 2010!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Metade do campeonato - os melhores
TC: CELSO ROTH
1º
Palmeiras
37 pontos
10 V
31 GM
17 GS
14 S
65%
2º
Goiás
35 P
19 J
10 V
5 E
4 D
37 GM
26 GS
11 S
61%
3º
Internacional
33 P
17 J
10 V
3 E
4 D
31 GM
20 GS
11 S
65%
4º
São Paulo
33 P
19 J
9 V
6 E
4 D
28 GM
21 GS
7 S
58%
5º
Atlético-MG
32 P
18 J
9 V
5 E
4 D
32 GM
22 GS
10 S
59%
6º
Avaí
30 P
19 J
8 V
5 D
28 GM
22 GS
6 S
53%
7º
Grêmio
28 P
19 J
8 V
4 E
7 D
33 GM
22 GS
11 S
49%
8º
Corinthians
28 P
19 J
8 V
4 E
7 D
23 GM
23 GS
0 S
49%
9º
Barueri
28 P
19 J
7 V
7 E
5 D
38 GM
28 GS
10 S
49%
10º
Flamengo
27 P
19 J
7 V
6 E
6 D
28 GM
31 GS
47%
11º
Vitória
25 P
19 J
7 V
4 E
8 D
27 GM
29 GS
-2 S
44%
12º
Santos
25 P
7 E
5 D
31 GM
31 GS
0 S
46%
13º
Atlético-PR
24 P
7 V
3 E
9 D
21 GM
29 GS
-8 S
42%
14º
Cruzeiro
21 P
18 J
6 V
3 E
9 D
18 GM
27 GS
-9 S
39%
15º
Botafogo
20 P
18 J
4 V
8 E
6 D
25 GM
30 GS
-5 S
37%
16º
Coritiba
19 P
19 J
5 V
4 E
10 D
26 GM
32 GS
-6 S
33%
17º
Santo André
18 P
19 J
4 V
6 E
9 D
21 GM
29 GS
-8 S
32%
18º
Náutico
18 P
19 J
4 V
6 E
9 D
22 GM
37 GS
-15 S
32%
19º
Fluminense
15 P
19 J
3 V
6 E
10 D
21 GM
32 GS
-11 S
26%
20º
Sport
13 P
19 J
3 V
4 E
12 D
24 GM
37 GS
-13 S
23%
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Os melhores dos campeonatos nacionais
Assim, a edição brasileira da revista “Four four two” propôs, em junho, um ranking histórico de competições nacionais. Os jornalistas da publicação (a meu ver, com razão) incluíram na contagem a Taça Brasil, disputada entre 1959 e 1968 (os campeões estaduais se enfrentavam em jogos de ida e volta. O vencedor final tinha acesso à Libertadores), assim como o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, jogado de 1967 a 1970 (além dos participantes do Torneio Rio-São Paulo, disputavam a competição dois mineiros, dois gaúchos, um paranaense e, a partir de 68, um baiano e um pernambucano).
Disso tudo, a revista elaborou a seguinte pontuação: torneios de primeira grandeza, que representaram o título máximo do país na ocasião, valem 3 pontos (Taça Brasil - enquanto era o único torneio nacional, Robertão e Brasileirão). Valem 1 ponto os torneios nacionais de importância secundária (Taça Brasil - a partir do aparecimento do Robertão e Copa do Brasil, que começa a ser jogada em 1989).
Assim, o ranking da Four four two para campeonatos nacionais de todos os tempos ficou assim:
1. Santos (24 pontos) - 8 títulos de primeira linha (61, 62 , 63, 64, 65, 68, 2002 e 04)
2. Palmeiras (23 pontos) - 7 de primeira linha (60. 67, 69, 72, 73, 93 e 94) + 2 de segunda linha (67 e 98)
3. São Paulo (18 pontos) - 6 de primeira linha (77, 86, 91, 2006, 07 e 08)
4. Flamengo (17 pontos) - 5 de primeira linha (80, 82, 83, 87 e 92) + 2 de segunda (90 e 2006)
5. Corinthians (15 pontos) - 4 de primeira (90, 98, 99 e 2005) + 3 de segunda (95, 2002 e 2009)
6. Vasco (12 pontos) - 4 de primeira linha (74, 89, 97 e 2000)
7. Internacional (10 pontos) - 3 de primeira (75, 76 e 79) + 1 de segunda (92)
8. Cruzeiro (10 pontos) - 2 de primeira linha (66 e 2003) + 4 de segunda (93, 96, 2000 e 03) e
Grêmio (10 pontos) - 2 de primeira (81 e 96) + 4 de segunda (89, 94, 97 e 2001)
10. Fluminense (7 pontos) - 2 de primeira (70 e 84) + 1 de segunda (2007)
11. Bahia (6 pontos) - 2 de primeira (59 e 88)
12. Botafogo (4 pontos) - 1 de primeira (95) e 1 de segunda (68) e
Sport (4 pontos) - 1 de primeira (87) e 1 de segunda (2008)
14. Atlético-MG (3 pontos) - 1 de primeira (71) e
Atlético- PR (3 pontos) - 1 de primeira (2001) e
Coritiba (3 pontos) - 1 de primeira (85)
Guarani (3 pontos) - 1 de primeira (78)
18. Criciúma (1 ponto) - 1 de segunda (91)
Juventude (1 ponto) - 1 de segunda (99)
Paulista (1 ponto) - 1 de segunda (2005)
Santo André (1 ponto) - 1 de segunda (2004)
E você? O que acha desta lista?
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Estão comemorando o que hein?rsrsrs

1- Classificação para série E 2010?
2- Depois de 15 anos hibernar uma semana depois do CRB?
3- Depois de muito tempo ser eliminado na 1ª fase de competição nacional mas desta vez em penúltimo?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, que papelão csa, como um time profissional participa de uma competição sem conhecer o regulamento, fecha as portas mundiça!
Se não inventarem nenhuma copinha, futebol pra vocês só depois da Copa do Mundo
ZzzzZzzzZzzzZzzz
Ao término do empate do CSA com o Santa Cruz em 2x2, na tarde deste domingo, em Recife-PE, o técnico azulino Celso Teixeira tentou, mas não conseguiu, explicar o motivo pelo qual seus jogadores comemoraram o resultado no Arruda, logo após o apito final do árbitro carioca Gutemberg de Paula. Segundo ele, a informação (errônea) de que o Azulão estaria classificado à segunda fase da Série D com um empate em Pernambuco - juntamente com a vitória do Central (sobre o Sergipe, em Aracajú, por 2x1) - surgiu 'de última hora'.Antes disso, em entrevista ao repórter Warner Oliveira, da Rádio Gazeta AM, três jogadores confirmaram a versão de que foi a própria direção azulina que lhes orientou desta forma. “Passaram-nos a informação, aqui em Recife, de que um empate, no outro jogo, favorecia-nos. Se a gente soubesse que só nos interessava a vitória, teríamos buscado mais um gol, porque tínhamos condições de vencer. Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Foi por isso que começamos a fazer cera”, declarou Marcílio, volante e capitão da equipe, cuja afirmação foi compartilhada pelo goleiro Heverton e pelo zagueiro Thiago Messias. “A equipe foi aguerrida. Lutamos até o final, contra todos, inclusive contra o árbitro. Acho que foi um resultado heróico”, acrescentou. Uma alteração, em especial, levantou ainda mais a suspeita de 'irresponsabilidade' pelo próprio comando marujo. No segundo tempo da partida, Celso Teixeira preferiu não tirar de campo o meia Piá (cansado), para colocar o meia Mica em seu lugar, assim como o fez na partida contra o Sergipe, no Rei Pelé. A mudança, à ocasião, deu novo ânimo ao Azulão, no jogo em que o CSA venceu por 2x0. Neste domingo, a mesma alteração – que daria ofensividade ao time – não teria acontecido em virtude da orientação errônea, de que o empate classificaria o Time do Mutange.
Neste domingo, apesar de Teixeira garantir que o time buscou a vitória a todo o momento, o treinador preferiu trocar o atacante Serginho Baiano pelo mesmo Mica, dando a entender, para alguns, que queria segurar o empate.“Não atribuo o empate a este detalhe [a informação errada]. Nós buscamos a vitória durante todo o jogo. Na pior das hipóteses, precisaríamos empatar diante da vitória do Central”, afirmou Celso Teixeira, quase que confirmando o que os jogadores afirmaram e revelando que a tal informação teria sido publicada por um grande jornal de circulação em Alagoas.Contudo, Celso acabou por confessar ter retirado um atacante de campo ‘para se precaver’. “Confesso que, na hora em que coloquei o Mica [meia], pensava em nos precaver. Se soubesse que precisávamos vencer, teria colocado o Etinho [atacante], e não o Mica”, afirmou. “Mas, mais uma vez, fomos muito prejudicados por uma arbitragem tendenciosa”, desconversou Teixeira.Já quando questionado sobre se a informação deveria ter sido confirmada, antecipadamente, pela diretoria, antes e durante o jogo, no desenrolar do resultado da segunda partida do grupo, Celso acabou se contradizendo. “Só recebemos esta informação no hotel, de última hora. Quero deixar claro que não jogamos pelo empate. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Não fujo da minha responsabilidade”, desabafou.
hauahauhauahauahua, eu me divirto com a mundiçasábado, 8 de agosto de 2009
Enquanto uns vão, outros vem.
Estréia com o pé direito.
sábado, 1 de agosto de 2009
Mais gente de camisa nova!




